Em breve, Apple Watch poderá detectar hipercaliemia. Sem necessidade de sangue

Hipercaliemia

A AliveCor já oferece o primeiro ECG aprovado pela FDA, órgão responsável pela proteção e promoção da saúde pública dos EUA, com o Kardiaband. E novos estudos mostraram que o hardware é capaz de fazer mais coisas.

Um novo estudo da Cleveland Clinic Study, apresentado na 67º Sessão Anual Científica American College of Cardiology, revelou que o AliCor’s EKG pode ser usado para detecção de uma condição chamada Hipercaliemia.

 

Fonte: https://9to5mac.com/2018/03/12/alivecor-hyperkalemia-detection/

Estudo de IoT: relatório final já está disponível no site do BNDES | CPqD

“O campo da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é oportunidade única para o Brasil capturar seu valor. Até 2025, no mundo, a IoT terá um impacto econômico de US$ 4 a 11 trilhões, maior que a robótica avançada, as tecnologias cloud, e até mesmo a internet móvel.

No Brasil, o impacto potencial é de US$ 50 a 200 bilhões por ano, valor que representa cerca de 10% do PIB brasileiro.” Essa é uma das principais conclusões do relatório final do estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, que já está disponível no site do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). O documento, com 95 páginas, é resultado de um trabalho profundo realizado, ao longo de 2017, pelo consórcio formado pelo CPqD, pela consultoria McKinsey e pelo escritório Pereira Neto/Macedo Advogados, sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do BNDES.

Dividido em quatro fases, o trabalho começou com a elaboração de um diagnóstico e a definição de aspirações para o Brasil em IoT, avançou com a seleção de verticais e horizontais a serem priorizadas e aprofundou-se na investigação das verticais escolhidas: Cidades, Saúde, Rural e Indústria. Cada uma dessas verticais ganhou um relatório de aprofundamento específico – todos também já disponíveis na página do estudo na internet.

“Com esses relatórios, concluímos todas as entregas previstas nas três primeiras fases do estudo”, afirma Vinícius Garcia de Oliveira, coordenador desse trabalho no CPqD. A quarta fase, ainda em andamento, prevê o suporte à implementação do Plano de Ação do Estudo de Internet das Coisas 2018-2022.

Conduzido de forma inovadora, esse estudo servirá de base para o Plano Nacional de Internet das Coisas. O objetivo é tornar a IoT um instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, capaz de aumentar a competitividade da economia, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e promover a melhoria da qualidade de vida.

Fonte: Estudo de IoT: relatório final já está disponível no site do BNDES | CPqD

Banco do Brasil vai permitir transações bancárias pelo Messenger do FB

Pela primeira vez no Brasil, um banco vai permitir a realização de operações bancárias por meio do Messenger do Facebook, usando um bot como alguns outros que já existem na plataforma. Utilizando a inteligência artificial do Watson, desenvolvido pela IBM, o sistema vai permitir aos clientes do Banco do Brasil verificar extrato de conta corrente, checar fatura, pedir segunda via e bloquear cartão de crédito.

Em um evento na cidade de São Paulo, representantes do Banco do Brasil, do Facebook e da IBM falaram um pouco sobre a nova empreitada conjunta das empresas. A ideia é ir até onde as pessoas estão, por isso mesmo, o aplicativo do Banco do Brasil para celulares e tablets vai continuar funcionando normalmente e recebendo as atualizações necessárias sempre que disponíveis.

Um banco sociável

Tudo vai começar a funcionar em caráter de teste, com mil clientes selecionados para já utilizar o sistema

A entrada nas redes sociais serve para dar mais opções aos clientes e para conversar diretamente com eles em um ambiente natural – após as pessoas terem parado de ir ao banco para acessá-lo via aplicativo, é hora de pararem de ir ao banco digital também. Essas operações simples podem ser feitas de maneira rápida e prática diretamente em um canal que as pessoas usam para conversar. Você também pode conversar com a inteligência artificial do banco para tirar dúvidas, como já acontece atualmente.

Tudo vai começar a funcionar em caráter de teste, com mil clientes selecionados para já utilizar o sistema. Os escolhidos são aqueles que mais utilizaram os canais já existentes de ajuda cognitiva, além de um grupo seleto de funcionários do Banco do Brasil. Após um tempo, as funções serão disponibilizadas para todos os outros clientes do banco.

Ampliando serviços

O próximo passo é inserir outras operações para serem feitas diretamente no Messenger, como consultas de extrato e saldo de poupança e de fundos de investimento. Em um futuro a médio prazo, vai ser possível algumas transações mais complexas e até a abertura de contas diretamente no ambiente online.

Gustavo Fosse, diretos de tecnologia do Banco do Brasil, disse “A grande novidade da iniciativa é oferecer os nossos serviços ao cliente na interface de preferência dele, sem necessidade de ir até um ambiente de banco. Nosso objetivo é levar ainda mais facilidade, com relacionamento baseado na inovação, confiança e promovendo a facilidade de acesso”.

Inteligência no atendimento

A empreitada – que custou ao banco cerca de 14 milhões de reais entre desenvolvimento de software, hardware e todos os outros gastos envolvidos – traz como personagem principal o Watson, o sistema de inteligência artificial da IBM. Ele é capaz não apenas de entender o que o cliente está falando de maneira natural, como se perguntasse a um atendente humano, mas também de realizar as transações pedidas, levando o cliente para o ambiente de banco digital, e, claro, de aprender com cada uma das interações para atender os clientes ainda melhor.

Para garantir a segurança de seus clientes, o Banco do Brasil, o Facebook e a IBM estão usando criptografia de ponta a ponta

A primeira utilização do Watson no Banco do Brasil foi na parte interna, para auxiliar os funcionários a agilizar o atendimento e responder dúvidas e solicitações dos clientes. Em agosto do ano passado, a instituição ampliou o uso da inteligência artificial para seu novo canal de atendimento pelo Messenger do Facebook para tirar as principais dúvidas dos clientes sobre sua conta ou serviços oferecidos pelo banco. 

A importância da segurança

Para garantir a segurança de seus clientes, o Banco do Brasil, o Facebook e a IBM estão usando criptografia de ponta a ponta nas operações e algumas outras medidas para que a experiência do cliente seja realmente sem riscos. Uma delas é a necessidade de registrar o dispositivo com o banco para que você possa utilizar os serviços via Messenger.

Sempre que uma confirmação de alguma operação precisa ser feita, o usuário vai receber uma notificação via push ou um SMS

Além disso, todas as informações bancárias que você recebe vem através de um ambiente diferente do Messenger – ele é usado apenas para fazer as solicitações. Esse ambiente possui a mesma segurança do aplicativo e, para que nenhuma informação sensível possa ser acessada por meio do seu Facebook, todo o histórico registrado no Messenger é apagado a cada sessão.

Sempre que uma confirmação de alguma operação precisa ser feita, o usuário vai receber uma notificação via push ou um SMS, depende de como o serviço foi configurado, contendo um código que vai ser necessário para validar a transação de maneira segura e que vai deixar o cliente à vontade para dar esse passo na maneira como lidamos com os bancos – um passo rumo ao futuro.

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Eu soube dessa notícia pelo meu amigo de grupo Rômulo, da Unimed Fortaleza.

Fonte: Banco do Brasil vai permitir transações bancárias pelo Messenger do FB – TecMundo

IoT mal chegou e já virou BIoT

A união do Blockchain e da Internet das Coisas é uma das tendências tecnológicas que mais deve mexer com o mercado em 2018

Nem bem começamos a falar em IoT (Internet das Coisas, em inglês) e já vamos para o passo seguinte: BIoT, ou seja, a união entre Blockchain e Iot, uma das tendências tecnológicas que deve movimentar o mercado em 2018, segundo a Fortune.

‘Mas já?’, você deve estar se perguntando. Pois é!

É impossível fazer previsões precisas sobre como será esse novo arranjo. Mas é possível fazer algumas suposições conhecendo o que temos hoje.

A IoT é a criação de um ambiente único que reúne informações de vários dispositivos e aplicações, usando sensores conectados para obter informações, permitindo que sua geladeira possa ser programada (ou até aprender com seus hábitos, quando vinculada a algum algoritmo de Inteligência Artificial) para disparar pedidos de compra dos itens que você consome com a frequência. Se você acreditava que demoraria muito para virarmos os Jetsons (lembra daquela família futurista criada por Hanna Barbera nos anos 60?), você está enganado. O Blockchain vai acelerar a implementação da IoT, ao baratear de forma segura essa nova rede de coisas conectadas.

Como o BIoT se baseia em uma plataforma descentralizada (um Dapp), sua segurança não depende de um único ente controlador, mas sim da estrutura da rede. Pensando na sua geladeira que sabe o que você costuma comprar, quando chegar a hora mais indicada, baseada no seu comportamento cotidiano, ela pode lançar um pedido de compra na rede. O pedido enviado busca o melhor preço, prazo de entrega e exigências de acordo com seu perfil e pode até dividir o pedido entre vários fornecedores, levando a rede a ter maior competição e menor custo, pois todos pagam uma taxa muito pequena nela (ou até não pagam nada, dependendo do caso). A entrega também será feita por um fornecedor especializado, que tenha menor custo para operar, já que é especialista na tarefa e, que graças às informações geradas por por muitos sensores, pode escolher a melhor hora de entrega.

Ainda com o exemplo da geladeira, mas sob outra perspectiva: imagine que várias geladeiras estão conectadas no ecossistema e uma delas detecta que a peça X quebrou e que há chances de a mesma peça se quebrar nas demais unidades. A rede é informada sobre o problema, permitindo que a marca realize uma ação preventiva nas demais.

Ao mesmo tempo, se o dono da geladeira tiver uma impressora 3D, ele recebe o desenho da peça já armazenado na geladeira e imprime uma nova. A troca pode ser feita por um técnico do ecossistema ou pelo próprio proprietário. Um vídeo sobre como realizar a troca é apresentado no próprio display do aparelho e em poucos minutos, sem gastar muito, sua geladeira estará operando novamente.

Se é possível pensar nessa gama de soluções sem sequer sair da cozinha da sua casa, imagine milhões de pessoas ao redor do mundo pensando em novas soluções com essa possibilidade e, consequentemente, na demanda de profissionais que trabalhem para esse ecossistema ser criado e mantido?

Para dar outro exemplo, a Fortune aponta o uso do BIot para criar cidades inteligentes nas quais sistemas de aquecimento conectados controlem melhor o uso da energia. Ou ainda semáforos conectados e mais bem controlados na hora do rush, diminuindo congestionamentos desnecessários. Isso será fundamental quando os carros forem autônomos.

Agora, você deve pensar que isso está super distante, certo? Que máquinas programáveis, sensores diversos e a Internet são realidade, não há dúvidas. Mas a novidade é que o tal sistema descentralizado, que permite a junção das demais tecnologias e pode viabilizar o funcionamento da rede já existe. Trata-se do IOTA, que se propõe a ser uma plataforma de BIoT com trocas de token, permitindo, além da conexão e fluxo de informações, a transferência financeira entre dispositivos.

A plataforma foi criada em 2015 por David Sønstebø, Sergey Ivancheglo, Dominik Schienere e Serguei Popov, e é baseada no Tangle (estrutura concorrente ao Blockchain) e é supervisionada por uma organização sem fins lucrativos, a IOTA Foundation.

A IOTA iniciou seu funcionamento com a entidade regulando o sistema, mas quando a adoção da rede aumentar eles vão torná-lo descentralizado. O benefício disso? Como quem suporta e processa as informações são as próprias máquinas vinculadas ao sistema, como prêmio, elas não pagaram taxa alguma para transferir tokens e informações.

Se você ainda estava digerindo as ideias de mudança em cima de mudança, acostume-se: novas tecnologias estão chegando cada vez mais rápido, e o que antes podia ser retardado ou barrado por algumas instituições, hoje é criado sem botão de pausa.

O próprio Blockchain está tendo seu uso acelerado por iniciativas como o OpenBazaar, por exemplo, um marketplace online para comprar e vender produtos e serviços, tipo Mercado Livre ou Ebay, só que baseado no Blockchain. Descentralizado, ele usa bitcoins como uma das formas de pagamento. Sem qualquer restrição ou taxas.

O futuro já chegou.

Source: IoT mal chegou e já virou BIoT – CIO

Mais de 80 milhões de emails e senhas vazados na Dark Web

Have I been pwned  (eu fui dominado, em tradução livre) é um site criado por Troy Hunt, um Diretor Regional da Microsoft, criado com o objetivo de que as pessoas consultem se seus dados (email e senha) foram vazados.

Esse serviço já é antigo e vez ou outra eu divulgo em redes sociais. Acontece que agora, Troy achou na Dark Web 2,844 arquivos que contem 80,115,532 de emails únicos, e claro, com as respectivas senhas.

Como sempre, fica o aviso de nunca usar a mesma senha para vários serviço e algumas dicas de como criar senhas:

  • Troque letras por números, tipo letra E por número 3,  letra O por Zero, letra L por número 1.
  • Em inglês, senha é password. Crie phrasewords, ou seja, senhas que são frases, como letras de músicas.
  • E a minha preferida: use algum algoritmo para a construção de senhas como “senha padrao + o somatório da quantidade de letras do site que estou usando vezes a quantidade 2 vogais +sendo a primeira vogal e primeira consoante em maiúsculo + + em numeral e por extenso”. Na prática, sua senha no Gmail.com seria:  8 letras sendo 2 vogais, então fica 16.  A senha seria minhasenha16dEZesseis.

Internet das Coisas: plataforma dojot já funciona integrada à rede pública com tecnologia Sigfox | CPqD

A plataforma aberta dojot, desenvolvida pelo CPqD com o objetivo de facilitar a criação de aplicações de Internet das Coisas (IoT), já está integrada à rede pública de conectividade com tecnologia Sigfox. – que está sendo implantada no país pela WND Brasil.

Essa integração é um dos objetivos principais do acordo firmado entre o CPqDe a WND, em 2017, visando a aceleração da oferta de soluções IoT baseadas no uso de redes dedicadas, com infraestrutura de baixo custo e arquitetura otimizada para o envio de mensagens curtas pelos dispositivos conectados.

“A rede da WND Brasil hoje já atende a praticamente todas as capitais brasileiras, além de estar disponível também em 70% dos municípios com mais de 200 mil habitantes. Já são cerca de 120 milhões de pessoas atendidas. A rede segue sendo ampliada em regiões que permitam o desenvolvimento de aplicações em diversos setores da economia brasileira”, afirma Alexandre Reis, COO do Grupo WND. Segundo ele, a previsão de investimento é de US$ 50 milhões em três anos, quando 80% do PIB nacional deverá estar coberto com a rede da WND Brasil.

“Com a integração com a dojot, os diversos dispositivos conectados a essa rede já podem se comunicar com aplicações IoT baseadas nessa plataforma aberta, que está sendo adotada por várias empresas e desenvolvedores de soluções”, explica Maurício Casotti, responsável de Marketing da dojot no CPqD. Construída com base em ferramentas open source, a plataforma possui código aberto, o que estimula a inovação aberta e facilita a construção de um ecossistema voltado à oferta de soluções IoT adequadas à realidade brasileira. “Esse é, justamente, o objetivo do trabalho realizado em parceria com a WND, ao integrar a dojot aos dispositivos que utilizam o padrão de conectividade Sigfox”, acrescenta Casotti.

Fonte: Internet das Coisas: plataforma dojot já funciona integrada à rede pública com tecnologia Sigfox | CPqD

Watson Conversation tem nova versão da API: 2018-02-16

Para que se possa aproveitar o máximo que as APIs oferecem é fundamental que no código seja atualizada a versão da API.

A versão atual da API agora é 2018-02-16.(a anterior era 2017-05-26). As seguintes melhorias foram adicionadas:

  • Um novo parâmetro include_audit adicionado na maioria das requisições GET. É um boleado opcional que especifica se a resposta deve incluir as propriedades os timestampscreated eupdated . O valor padrão éfalse. Mas se usar a versão da API  2018-02-16 o valor é true. Veja mais informações nas Refências daAPI.
  • A resposta da chamada da API usando a nova versão inclui apenas valores nãonull.

  • O output.nodes_visitede output.nodes_visited_details da mensagem de resposta agora incluem nós com os seguintes tipo, os quais previamente eram omitidos:
    • Nós com type=response_condition
    • Nós com type=event_handler e event_name=input

IBM Watson e Unity fazem parceria para levar AI para jogos AR e VA (XR)

Em janeiro de 2018, em uma conversa sobre inovação com um para-grupo (porque é oficioso) de inovação, toquei no assunto de integrar o Watson com Realidade Aumentada usando Unity.

Em 20 de fevereiro de 2018, a IBM lançou o IBM Watson Unity SDK. O que torna muito mais fácil a integração entre os dois serviços.

Um exemplo é o IBM Immersive Insights que permite visualização de dados usando Realidade Aumentada (do inglês Augmented Reality) ou  o Unity Survival Shooter Demo + IBM Watson. Os pontos fortes são as APIs de Visual Recognition, Text-to-Spech Speech e Speech to Text. Pena que em português, essa última API é muito, mas muito limitada.

De qualquer forma, já vale a pena para ir testado as possibilidades do que pode ser feito.

Fonte: https://thenextweb.com/artificial-intelligence/2018/02/20/ibm-and-unity-are-teaming-up-to-bring-watsons-ai-to-vr-and-ar-games/

Melhorias cosméticas no Watson Conversation

Já há algum tempo a IBM vem investimento muito tempo, e dinheiro, no ecossistema Watson, Após 22 trimestres de receitas em quebra em relação ao período anterior, em janeiro de 2018 a IBM anunciou o primeiro aumento. Tanto que está fazendo pequena, minúsculas, melhorias na interface do Try it Out, o backend de treinamento da ferramenta.

Quando se tinha muitos nós, era impossível localizar o nó exato que queríamos mexer. O único jeito era lembrada da pergunta do referido nó e digitá-la novamente. Agora basta clicar no ícone que aparece ao lado da do texto (veja GIF).

IBM Watson na preparação do imposto de renda

Em janeiro de 2018, o grande amigo, Antonio Paiva, me manda uma foto da fachada de uma loja nos EUA que dizia: “Com Tax Pro + IBM Watson, pode significar (letras pequenas :) MAIS DINHEIRO para você”.

Porém eu não tinha entendi qual área de negócio o IBM Watson estava sendo aplicado e ele me responde que era de preparação para declaração de imposto de renda dos EUA (IRS)

Então fiz uma pesquisa no Oráculo para saber mais sobre o assunto. H&B Block, fundada em 1955, é uma empresa de preparação de imposto de renda nos EUA. Ela oferece um software para download que ajuda aos clientes a prepararem o imposto de renda. Também tem a versão em nuvem. E em fevereiro de 2017 começou a utilizar IBM Watson para análise de dados e obter a melhor tax cuts.

A H&R Block e a IBM treinaram o Watson com a linguagem dos impostos com milhares de questões e tópicos relacionados a impostos. Durante a entrevista para a declaração do imposto de renda, é usado o Watson para entender o contexto e corelações e assim sugerir o máximo de deduções possível.

Veja mais no site da H&R Block ou no da IBM