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Desisti de tentar aprender a programar…

18 de setembro de 2019|Tags: , , |

Sempre achei que programar fosse um talento divino. Depois de anos tentando aprender a codificar, em 2019, decidi desistir de tentar e começar realmente a aprender.

Em menos dois meses consegui fazer meu primeiro app para iOS em linguagem nativa (Swift) do zero (concepção, design e codificação), mas meu objetivo não era codificar de qualquer jeito, usando o método C&P (copy & paste), mas entender o que eu estava realmente fazendo e, principalmente, conseguir otimizar código. Após 9 meses, coincidentemente o tempo de um parto, me sinto confortável em ler, entender e escrever meus próprios códigos. Claro que são coisas ainda muito simples, mas o pior já passou.

O que me levou a me dedicar a programar é a facilidade de criar produtos únicos combinado os alguns dos milhares de serviços disponibilizados no estilo XaaS (tudo como serviço, em interpretação livre).

Clique no ícone no canto inferior esquerdo e veja um exemplo é que consegui codificar chatbot usando Watson Assistant para saber qual intenção da pergunta, então a palavra-chave é identificada usando o Watson Natural Language Understanting e, finalmente, vai no Wikipedia buscar a definição, em poucas linhas, da palavra em questão. Tudo isso usando o IBM Cloud Functions (FaaS) com menos de 50 linhas de código.

  • Esse é o princípio básico para um assistente virtual:
  • Identificar a intenção o usuário:
  • Identificar possíveis palavras chaves na pergunta
  • Chamar serviços correspondentes

Por exemplo, ao perguntar: Qual o tempo em San Francisco para amanhã à noite?

Hoje, continuo achando que programar é um talento, porém que é possível aprender com dedicação permanente. E lembrando que num futuro próximo, quem não souber programar estará em grande desvantagem. Pois tudo será programação afinal, você já pediu comida ou um táxi por app? Isso é programação: que é ordenar uma sequencias de passos de modo que seja lógico. Já codificar, ai o buraco é mais embaixo 😉

Sobre o Autor:

Por conta do vício em tecnologia, sou chamado de usuário.... mas quem não é? Mas sóbrio o suficiente para saber que é apenas um meio. O que realmente importa é são resultados produzidos!